segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Milagre de Deus - Mamis convidada - Jac Bagis

Olá queridos leitores, bom dia!

Hoje vamos conhecer a linda história de uma querida amiga, Jac! Mamãe dos lindos príncipes Pedro, Claudio e João! Ela me enviou esse post para contar como foi a sua segunda gestação, onde nasceu o fofo do Claudinho.

Jac querida, muito obrigada por compartilhar sua emocionante história!

Beijos da mamãe Alê

Jac, Claudio (camiseta amarela),
João (camiseta azul) e Pedro (camiseta cinza)

Já havia passado um ano do nascimento do meu filho primogênito. A gravidez não tinha sido fácil: tive toxemia gravídica que evoluiu para uma pré-eclampsia e eu nem pensava em ter outro filho mais cedo por medo de ter que passar por tudo o que passei.

Depois do nascimento do Pedro eu e meu marido passamos a usar a camisinha como método anticoncepcional porque eu não consegui me adaptar a nenhuma pílula porque me davam fortes crises de dor de cabeça. Mas sabe aquele dia que você está no maior love, de madrugada, e percebe que não tem camisinha mas mesmo assim você acha que uma vez só não engravida? Foi o meu caso. Mesmo fazendo o "coito interrompido", acabei engravidando.

Esperei minha menstruação vir, mas ela não veio. Fiz o teste de gravidez, deu positivo. Foi um susto para nós, com o Pedro pequenininho e sabendo que outro viria a caminho. Num primeiro momento eu só pensava se conseguiria amar aquele bebê da mesma forma que amava o Pedro, afinal nosso mundo (meu e do meu marido) só girava em torno dele.

Passado alguns dias, me consultei com um obstetra e falei do medo que tinha de passar tudo o que passei na 1ª gravidez (repousos, sangramentos, antiabortivos, comida sem sal, anti-hipertensivos e por aí vai), mas ele me tranquilizou dizendo que nenhuma gravidez era igual a outra. Fiz os exames inicias que toda mulher faz  quando confirma a gravidez e daí levamos o 2º susto: gêmeos a caminho.

Minhas pernas bambearam... imagina, 2 bebês de uma vez! Ali na ultrassom eu já sabia que não seriam gêmeos univitelinos porque o bebê que o coração já batia estava fixado próximo do colo do útero ao lado do que o médico dizia ser " um coágulo que poderia estourar a qualquer momento " e o outro bebê fixado na parte superior do útero mas o coração ainda não batia. Fui pra casa com a recomendação de repouso e de me preparar caso esse coágulo estourasse antes dos 3 meses, eu poderia perder os bebês.

Com o passar dos dias, passei a aceitar a possibilidade de bebês em casa, além do Pedro. Algumas roupinhas que eu havia guardado, eu já tirava da caixa e imaginava os bebês vestidos. E pensava nos nomes também; com o tempo fui aceitando a ideia, afinal sempre gostei muito de crianças e não nego que se pudesse ter mais dois, eu teria. Mas 15 dias após a ultrasson, passei mal em casa e tive uma hemorragia muito forte. Fui até o consultório do obstetra, fiz uma ultrasson mas constatava que eu havia perdido os dois bebês, não havia sinal de nenhum deles nos exames. O médico nem me encaminhou ao hospital para fazer a curetagem, disse que meu aborto tinha sido completo e me mandou para casa.

Como é difícil passar por uma situação dessas quando você quer ter um filho! Me senti péssima e incapaz, chorei muito, nem queria mais sair de casa. A única coisa que eu estranhava é que continuava a sentir enjoos e o médico dizia ser normal porque minha cabeça achava que eu ainda me encontrava grávida.Nessa época morávamos em Castro/PR e algumas semanas depois da hemorragia, viajei pra São Paulo pra passar uns dias na casa da minha mãe. Ao descer do ônibus, na rodoviária, minha mãe me disse que eu estava grávida, era só olhar para minha barriga, mas retruquei dizendo que era impossível porque na ultrasson não acusou nada.

Todos os dias minha mãe falava pra passar em um médico de lá pra confirmar se realmente eu não estava grávida. No dia que completou 1 mês do aborto, não tinha descido pra mim e liguei de SP para Castro para perguntar para o médico o que eu tinha que fazer para menstruar e ele me receitou um remédio e tomei, mas não menstruei. Vencida pelo cansaço, resolvi passar em um ginecologista e contei pra ele tudo o que relatei aqui, ele me encaminhou pra fazer uma ultrassom, que constatou que eu estava entrando no 4º mês de gravidez!

Gente, eu não sei o que aconteceu, sinceramente! Mas em 1º lugar agradeci a Deus pelo obstetra não ter me encaminhado para fazer uma curetagem; perdi um dos bebês mas Deus não permitiu que eu perdesse o outro. Do dia da ultrasson em diante, fiz meu pré-natal e a gravidez caminhou maravilhosamente bem, sem crises de pressão alta, sem sangramentos, sem nada de anormal. Nessa gravidez descobri as delícias de estar carregando um bebê no ventre, coisa que não tive na 1ª gestação. Optei por passar pelo parto normal, não é fácil  e eu achei que não seria uma guerreira como minha mãe foi, mas em vista dos benefícios para a mãe e para o bebê, encarei e tive meu bebê assim. E quando passei por uma nova gravidez 4 anos depois, fui de parto normal novamente!

Bom meninas, é isso. Para quem não me conhece, sou a Jac Bagis dos blogs Se é grátis eu quero! e iBagis. Tenho 31 anos e sou mãe do Pedro (10 anos), Claudinho (9 anos) e João (4 anos) e se alguém quiser me adicionar no Facebook ou tirar dúvidas fiquem à vontade para me contactar.

Bjkssssssss

2 comentários:

  1. Jac, obrigada por participar de nosso bloguinho. Nem sabia que existia isso de toxemia gravídica e fui até pesquisar no google. Como é perigoso hein? Seu filhotes realmente estava querendo vir e nem deixou vcs se precaverem rs. Que médico irresponsável esse de Castro!! Cruzes!!! Ainda bem que tudo deu certo no final. mas fiquei com gostinho de saber como foi a gravidez do João. Até logo!!

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  2. realmente, foi um susto tudo o que passei, mas Deus sempre esteve guardando a mim e aos meus filhos!

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