segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Cantando para acalentar - by Alê

Bom dia!!!

      Quando eu estava grávida uma das coisas que eu gostava de fazer era cantar. Não só para mim, mas para minha princesinha. Como sabem  desde muito cedo o feto já pode ouvir, a partir da 20ª semana o bebê já está com os ouvidos completamente formados, sendo possível escutar vários tipos de som, onde a voz da mãe o principal som que ele irá ouvir.
     E por isso, vários especialistas afirmam que a mamãe cantar desde a gestação só fará bem ao bebê e a si própria. A nossa voz, para o bebê é como música, ele vai reconhecer desde sempre, mas colocar músicas para ele ouvir trás também muitos benefícios.
     A música tem muito poder sobre nós, sobre nosso estado de espirito e até sobre nossas ações, dependendo do tipo de música, do ritmo e do momento ela pode nos alegrar ou nos entristecer, acalmar, inspirar e até fazer esquecer tudo que está ao nosso redor! Como amo ouvir e cantar, apesar da fazer bem melhor a primeira opção! rsrs
      O importante saber é que a música pode transmitir alguma coisa, uma emoção, uma memória, um desejo, um sentimento; e isso vale também para aquele bebezinho que está crescendo ainda na barriga.

foto daqui
       Vários estudos permitiram chegar à conclusão que os fetos precisam, acima de tudo, de harmonia e equilíbrio emocional, não que músicas mais ritmadas vão fazer mal, mas sabe-se que as composições de Mozart e Vivaldi os acalmam, que Brahms e Beethoven aumentam os seus movimentos e que a batida do rock acelera notavelmente o pulsar dos seus corações.
        Dentro da barriga da mãe as preferências vão para os sons suaves e harmoniosos. Não apenas porque os fetos são pequenos ouvintes, mais frágeis e mais sensíveis, mas também porque a música serve como elo de ligação entre o mundo uterino e o mundo exterior.
      E se, ao princípio, as melodias se resumem a composições mais ou menos simples, executadas pelos próprios órgãos maternos - o bater ritmado do coração, o sangue que flui pelo cordão umbilical, a entrada e a saída de ar nos pulmões - rapidamente entram em cena outros sons mais elaborados, sons que ultrapassam a barreira de líquido amniótico e se juntam para formar uma espécie de orquestra. À voz da mãe (o elemento mais importante da «banda») juntam-se, a pouco e pouco, outras vozes. E às outras vozes juntam-se outros ruídos. A água a correr, a buzina de um carro, a batedeira da sopa, um passarinho a cantar, a música, propriamente dita, um pouco por todo o lado.
     Através da música, mãe e filho podem criar desde muito cedo uma relação profunda e os sons podem ser uma das formas de a mãe (e o pai, por que não?) transmitirem ao filho emoções e sentimentos. Para além disso, acredita-se que escutar um tema especial ao longo da gravidez traz algumas vantagens, já que, para além de conseguir ouvi-lo, o feto consegue, a partir da 32ª semana de gestação, memorizá-lo. Assim, a mesma música não só o acalma ao longo da sua vida uterina, como vai ter o poder de continuar a acalmá-lo quando sair cá para fora e a tornar a ouvir, desta vez sem a barriga da mãe pelo meio.

Aqui vai algumas das músicas que sempre cantei e canto pra Anna Laura:

Meu amor, meu bebê; de Marcia Resende
Milagre da vida; de Cristina Mel
Aos olhos do pai; de Ana Paula Valadão
Quando nasce uma criança; de Diante do trono
Sono da noite; do cd Vida de bebê (desse cd cantei todas muitas vezes)

E tem muitas músicas que amo cantar, e sempre estou cantando! E você mamãe e futura, anda cantando para seu filhote?



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