quinta-feira, 7 de junho de 2012

Viagem longa de avião com bebezão - by Anne Karoll

Olá queridas leitoras, como já é de conhecimento da maioria, fizemos a nossa primeira viagem para longe com Gabriel mês passado, acompanhados da Camila Faria e família.

Vou tentar falar um pouquinho como foi viajar para Orlando em voo direto pela Tam com um bebezão de 2 anos e 3 meses, RS. Logo no aeroporto de Guarulhos, após eu trocar a fralda do Gabriel e colocá-lo de pé no chão para lavar as mãos, ele desequilibra e bate com a cabeça na porta, o barulho foi absurdamente alto e ele chorava até que quase perdeu o fôlego, corri para perto do marido, pais e tal e como iria demorar para pegar a pomada que sempre usamos em caso de quedas em alguma das malas, pedi que meu marido corresse no andar de cima e comprasse na farmácia a bendita Arnica, foi a nossa salvação, o galo que dava sinais que ficaria imenso, em questão de minutos sumiu, como um passe de mágica. (Por isso que amo tanto essa pomada, #ficaadica) Superado o trauma da queda, no embarque em São Paulo, um pequeno atraso, para não perder o costume, fiz o leitinho dele ainda no saguão (Gabriel nunca aceitou leite em pó, só de caixinha e após 1 ano e 2 meses, antes disso só LM mesmo).

No voo ele não deu um trabalho, se eu dissesse que deu, estaria mentindo. Ele entendeu rapidamente que o fone era para ouvir o que passava na telinha e se achando gente grande pedia pra alguém ajeitar o fone quando caia, adorou ver Cocoricó e cantava alto algumas vezes as músicas, não tinha noção de que estava cantando alto, certamente por estar com o fone, os passageiros próximos riam e logo até uma das comissárias parou para ver do que o povo tanto ria, era Gabriel cantando o repertório do Cocoricó, rsrs, coisa mais linda. Logo ele pediu para nanar, eu levantei o braço do avião e ele nanou gostoso em seu travesseiro que levamos, dormiu até a hora em que o café da manhã foi servido, deu uma despertada e pediu o Tetê dele (leitinho), eu havia levado o sustagem kids chocolate que ele sempre toma com o leitinho e pedi para a comissária preparar o leite em pó e ver no que ia dar, de primeiro ele rejeitou dizendo estar ruim, eu levantei para ir ao banheiro e quando voltei minha mãe tinha conseguido dar tudo para ele, fiquei feliz!  Ele voltou a dormir, ele dormiu muitoooooo e só despertou na fila da imigração mesmo. Assim que levantou me perguntou se ali já era Disney...óbvio que me emocionei, porque ver aquela carinha de expectativa não tem preço.


Outra dica, levem TUDO que seu bebezão come por aqui, não tem problema algum levar papinha, suquinho, biscoito etc., eu comprei tudo e com medo, acabei deixando em casa, NÂO FAÇAM ISSO, eu e meu marido nos arrependemos muito, e partimos para o mercado brasileiro para ver o que conseguiríamos, e para nossa alegria lá tinha Ades, o único porém, só de maracujá, mas ele ama Ades e amou esse sabor que até então estava lá no final da sua listinha de preferência, achamos também biscoito polvilho e compramos muitos pacotes (3,50 doláres) cada, mas até ai, sem problema, só vimos o preço no caixa e se fosse 100,00 doláres tenho certeza que levaríamos do mesmo jeito, afinal qual é a mãe que consegue ver seu filho chorar e não tomar uma providência não é mesmo?! a criança não consegue ter a exata noção de que o suco que ela viu por exemplo só tem em seu país de origem, nem tentamos explicar isso para Mas depois que essa questão ficou resolvida, nossa viagem ficou muitooooooooooooooooo mais tranquila. #outradica

Vou aos poucos tentando relatar como foi nossa estada, a Camila Faria também fará, mas como cada um vive a mesma situação de maneira diferente, acredito que com esses relatos só teremos a agregar.




Grande beijo, até o próximo post.

Fotos: Arquivo pessoal

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