quinta-feira, 24 de maio de 2012

Será um novo manual de instruções? Parte 2 - By Anne Karol

Olá queridas leitoras,
Continuando com mais alguns vilões da primeira infância conforme prometido e avaliando o que mudou na visão de especialistas:


As cólicas
O que se recomendava antes: A cólica era tido como sinal de má digestão, e por isso os pediatras receitavam remédios antigases.

O que se recomenda hoje: A cólica só pode ser amenizada, não eliminada. Entre os recursos mais indicados, estão as massagens abdominais e as compressas de água quente.

Comentário: A cólica está relacionada ao amadurecimento neurológico do bebê. Até ele completar 3 meses, o sistema nervoso ainda não coordena os movimentos peristálticos do intestino. A cólica surge das contrações irregulares da parede intestinal.

A papinha
O que se recomendava antes: Até os anos 80, por seu alto valor nutricional, o ovo era obrigatório na papinha da criança com mais de 7 meses.

O que se recomenda hoje: Apenas a gema pode ser consumida pelos bebês, ainda assim, somente depois dos 9 meses.

Comentário: A clara do ovo contém albumina, uma proteína com potencial alergênico em crianças com menos de 1 ano, já que o sistema imunológico dos pequenos ainda não está amadurecido.

O choro
O que se recomendava antes: O choro de uma criança saudável era tido na maioria das vezes como birra. Aos pais exasperados, os pediatras recomendavam: “Deixem chorar”.

O que se recomenda hoje: O choro não deve nunca ser desconsiderado. Antes de chegarem a conclusão de que o berreiro é capricho do bebê, os pais precisam se certificar se ele, para além de fome, frio ou calor, dor ou fralda suja, necessita de acolhimento.

Comentário: É por meio do choro que o bebê alerta os pais de que algo não está bem. Em cerca de 90% dos casos, o choro é causado por algum desconforto real. O choro por birra é mais alto e vem acompanhado de gritos.

E você, já havia percebido que algumas recomendações de nossos pais, avós, já não eram as mesmas dadas nos dias de hoje?! Pois bem, mas eu continuo acreditando que em algumas situações, nada melhor que o tal “instinto” que nasce na gente no momento que damos a luz.

Grande beijo e até o próximo post.

Fonte: Revista Veja – Edição 2134 ano 42 nº 41
Imagens: http://mixemax.blogspot.com.br/2011/05/colicas-no-bebe.html
http://dicasgratisnanet.blogspot.com.br/2011/09/colicas-de-bebe-o-que-fazer-como-tratar.html
http://www.mulheresdicas.com/regime/regime-com-batata-e-clara-de-ovo.html

Um comentário:

  1. Tive sorte com a Jade dela nao ter tido cólicas e não ser uma bebê chorona. De ovo eu mal dou para ela... vixe... espero que essa "sorte" se repita kkkkkkkk

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