segunda-feira, 9 de abril de 2012

Meu filho está doente, como alimentá-lo? By Luana Martins

Quando nossos filhos adoecem, a primeira coisa que acontece e ficarem com falta de apetite, independente de ser gripe, ou tosse, ou resfriado, ou virose, infecção intestinal, etc, qualquer que seja o problema, não vão querer comer. No entanto, a alimentação é essencial, até mesmo para que se fortaleçam e se recuperem da doença o mais rápido possível, mas como proceder se há a recusa? Abaixo algumas dicas para você mamãe conseguir driblar essa situação.

Para viroses com vômitos e diarréia:
Crianças com esses sintomas a reidratação é fundamental. Você pode até substituir os alimentos sólidos por líquidos, como água de coco. Deve ser evitado oferecer lácteos ou alimentos muito salgados ou açucarados. Evite também sucos de maçã, mamão, pêra ou de ameixa, porque podem aumentar a diarréia. Prefira suco de cenoura e banana. Bebidas com sais minerais são bem-vindas, mas o mais importante mesmo é o soro oral.

Prisão de ventre:
Se criança estiver com prisão de ventre, o melhor são os alimentos ricos em fibra como o pão e o arroz integral, acelga, feijão, lentilhas, grão de bico, etc. A ingestão de líquidos é também importante. Os sucos naturais contém muita fibra e vitaminas.

Gripes, tosses e resfriados:
Nesse período, a criança doente também vai precisar de muito líquido, pois ele é que fluidifica o muco e secreções, facilitando a sua eliminação. Além disso, a criança precisa manter uma alimentação leve, composta por frutas, legumes, sopas e caldos. Pratos coloridos além de estimular seu filho a comer, indicam uma dieta balanceada. Produtos lácteos são liberados.

Enfim, quando uma criança adoece, ela deverá sim se alimentar, uma vez que a comida reforçará suas defesas e lhes ajudará a recuperar-se mais rapidamente, sem, no entanto, serem forçadas a comer. Assim, a mãe pode estimular o apetite contando historinhas ou inventando brincadeiras e oferecer os alimentos de sua preferência, sob a forma que a criança melhor aceite. Diminua a quantidade de comida por refeição, mas aumente a freqüência de oferta de refeições ao dia. Nada de rigidez nessa fase, a rotina alimentar logo será estabelecida assim que seu filho melhorar, inclusive a recuperação do peso perdido é mais rápida do que você imagina. Obrigada pela leitura e boa saúde para a sua família!
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria / Ministério da Saúde / OPAS / OMS

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