terça-feira, 25 de outubro de 2011

Que nome escolher? - by Roberta Groba


Olá leitores!!
Hoje resolvi falar de algo que pode ajudar algumas amigas a tomarem sua decisão!!
Vou começar falando um pouco da minha estória; minha mãe diz que queriam que eu me chamasse Edith, nome de minha avó paterna, mas por insistência dela fiquei com o nome de meu pai. Realmente acho que seria um nome muito pesado para uma criança.
Gosto muito do meu nome mas não acho que seja necessário seguir o nome do pai ou da mãe, esse negócio de homenagear os parentes mais velhos ou falecidos também não fazem minha cabeça.
É no momento que descobrimos a gravidez que surgem vários nomes em nossa cabeça e fica aquele impasse: "que nome escolher?"
Com minhas duas filhas não tivemos dificuldade, Maria Clara surgiu em nossas conversas e tomou conta da gente e Marina também! E por coincidência - até parece de propósito - as duas começam com M e por MARI... Pura coincidência mesmo!!!

Existem aqueles que buscam a numerologia para ajudar na escolha do nome, o seu significado, de onde vem, etc... Acho tudo isso válido mas também deve-se pensar que antes de mais nada aquele nome será carregado por uma criança.

Por onde começar?

Escolher o nome certo para um bebê é uma missão dificílima. É uma decisão de vida inteira, e muitos pais querem ser originais, mas sem cair na esquisitice. As opções são muitas, e é fácil ficar perdido. Além de tudo, você vai ouvir todo tipo de palpite por parte de parentes, amigos e até estranhos.

Comece a falar sobre o assunto com seu parceiro o quanto antes, para conseguir pelo menos algumas diretrizes básicas. Tenha uma listinha sempre à mão, para acrescentar um nome interessante quando cruzar com ele ou quando tiver uma inspiração súbita.

Há muita coisa para levar em conta na hora de decidir o nome do bebê: agradar à família, fugir de apelidos embaraçosos e evitar nomes que remetam a lembranças ruins. Veja a seguir alguns pontos para ter em mente:

• Som e compatibilidade. Diga em voz alta o nome completo do seu filho, com nome e sobrenome. Como ele soa? O nome combina bem com o sobrenome? Não se esqueça de tentar também só o primeiro e o último nome, no caso de haver vários sobrenomes. Às vezes nomes mais curtos combinam melhor com sobrenomes compridos, e vice-versa. Cuidado com trocadilhos, mesmo que eles pareçam bonitinhos na hora. Lembre-se de que seu filho vai conviver com eles pelo resto da vida.
Para quem tem mais de um filho, uma dica: experimente gritar os dois nomes juntos, como se estivesse chamando as crianças para tomar banho. Se a língua enrolar fácil, pense duas vezes. Chamar os nomes em voz alta será uma das coisas que você vai mais fazer na vida!

• Originalidade. Um nome incomum tem a vantagem de fazer a pessoa se destacar. Um nome muito frequente vai fazer com que seu filho acabe sendo conhecido pelo sobrenome, porque sempre haverá mais de um na classe, por exemplo. Por outro lado, um nome estranho demais, ou de pronúncia difícil, pode acabar chamando uma atenção indesejada para a criança. Uma boa regra é: se o sobrenome for comum, como Souza ou Martins, vale procurar um nome mais original, ou talvez um nome composto, para evitar que haja muitos homônimos. Se o sobrenome for muito diferente, talvez valha a pena investir num nome mais consagrado e tradicional, mais reconhecível.
Como no Brasil não há estatísticas oficiais sobre os nomes mais comuns, confira as estatísticas do BabyCenter sobre os nomes da moda no Brasil. Também dê uma investigada nas escolinhas, ou faça um passeio em maternidades, olhando os enfeites das portas, para sentir quais são os nomes mais na moda. Assim você não se surpreenderá de encontrar mais três Gabrielas na classe da sua filha daqui a uns anos.

• Nomes repetidos. Talvez você sempre tenha sonhado, desde criança, em dar determinado nome a seu filho, e, agora que finalmente está grávida, sua cunhada resolveu dar exatamente o mesmo nome ao bebê dela, que acaba de nascer. Por um lado é estranho ter dois primos com o mesmo nome, mas por outro você não precisa abrir mão do seu sonho só por isso.
Uma alternativa é criar um nome composto, para diferenciar o do seu filho, e na intimidade chamá-lo só pelo nome que você gosta. Se os sobrenomes vão ser diferentes, você pode bater o pé e usar o nome que sempre planejou. Afinal, o filho é seu! Aproveite e já planeje um apelido de que você goste - ele será inevitável.

• Homenagens. Há famílias que escolhem o nome de acordo com a preferência religiosa, e há outras que têm tradições, como a de dar o nome do pai ao primogênito, criando os Júniores, Filhos e Netos. Se você concorda com a tradição, ótimo. Se não, não deixe que familiares imponham uma escolha que não é a sua. Converse francamente com seu companheiro, já que ele é o principal envolvido na história.
Se a tradição vencer e você não encontrar escapatória, pense num apelido de que goste bastante, para chamar o bebê desde pequenininho. Mesmo que o apelido fique só entre vocês dois, você terá a sensação de que pelo menos teve alguma participação na identidade do seu filho.

• Significado. No dia-a-dia, pouca gente vai pensar no significado do nome do seu filho, mesmo porque as origens são obscuras e sujeitas a questionamentos. Mas vale a pena levar o significado em conta se ele for negativo: é provável que seu filho não fique muito feliz se descobrir.

• Apelidos e cacófatos. Crianças sabem ser cruéis quando querem. Por isso, ao escolher o nome, pense em todos os potenciais apelidos ligados a ele, para ver se não há nenhum "perigoso". A criatividade da maldade infantil é infinita, portanto pode ser que você não antecipe alguma gracinha. Mas não custa evitar as brincadeiras mais óbvias.

• Grafia. O fato de ter ou não de soletrar o nome o tempo todo incomoda algumas pessoas. Na hora de decidir que sobrenomes a criança terá e qual será a grafia do primeiro nome, imagine-se no papel dela tendo de dar o nome completo a um atendente qualquer, no balcão de uma loja ou pelo telefone. Veja quanto tempo o processo leva e tome sua decisão.
Quanto à grafia dos prenomes, a tentativa de ser original pode acabar se tornando um transtorno: pode ser que sua filha ache chato ter de se apresentar sempre como "Izabel com zê", ou "Joanna com dois enes".


Seja como for faça essa escolha com muito cuidado!!!
Veja mais em: http://www.significado.origem.nom.br/
http://www.melhornome.com.br/

4 comentários:

  1. Nossa, adorei o post. As dicas são ótimas. O nome do FH é uma mistura de homenagem ao avô paterno e ao meu marido, mas porque ele não abriu mão. Eu preferia ter corrido da homenagem aos avôs hehehe
    Se eu tivesse uma menina, ela se chamaria Maria, com toda certeza, não há nome mais bonito e significativo. Beijos!!!!

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  2. Pois é, aqui estamos exatamente nesse momento "escolha de nomes" e não tá sendo fácil. O marido quer um nome com R pois nós todos coincidentemente temos nomes com R, e eu acho que isso é bobagem e quero o nome que sempre sonhei em colocar no meu filho, Eduardo. Tá difícil chegar num consenso viu! Até o bebê nascer a gente resolve, kkkkkk

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  3. Adorei suas dicas, embora já tenha dado os nomes para os meus bbs, Adrian , Benjamim e Analuíza , assim tudo juntinho, não sei se ela vai gostar mais coloquei assim pra não chamarem de Aninha, pq nunca gostei, já o Adrian era pra ser Adriano mais meu marido não gostava, o Benjamim , significa filho da felicidade e eu queria um biblico que não tivesse muito...Minha irmã diz que a gente acha que escolhe o nome , mais que Deus já manda o pacote completo, um bejo

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  4. As dicas são boas. Eu já tinha o nome "Jade" desde minha adolescência. E quando minha pequena nasceu, não tivemos dúvidas! Agora para um possível irmãozinho... tá difícil rs

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