sexta-feira, 18 de março de 2011

Pets e bebês - by Aline Martins

Olá leitores de nosso lindo bloguinho.

Hoje é meu dia de postar NE? Meu e da Anne, hehehe Combinamos que eu iria postar a tarde, mas tive uns contratempos de mãe-esposa-dona-de-casa que me impediram de entrar na internet, sorry. Bom, mas vamos lá.

Quero falar pra vocês da minha enorme paixão: pets! Quando eu engravidei, foi um susto pra mim. Eu estava no meio de um mestrado, não havia me casado oficialmente, e minha intenção e do maridão era de esperar terminar o mestrado pra depois encomendar o bambino. Mas Deus quis antecipar nossos planos e nos enviou o Francisco Henrique, o maior tesouro da nossa vida.

Acontece que antes dele, veio pra nossa vida a Berenice. Eu e meu marido ainda morávamos no meu apêzinho, pequenininho, estávamos planejando construir uma casa, e resolvemos ter um cachorro. Eu cresci convivendo com cachorros e gatos, sempre gostei (apesar da minha preferência ser para os cães). Na minha casa sempre tivemos pelo menos uns dois cachorros e um gato, de todas as raças, e até vira-latas. Até hoje eu e minha irmã somos tremendas cachorreiras. E mudar pro meu apêzinho e morar sozinha me fazia sentir muita falta de um pet. Foi aí que a Berezinha entrou na jogada. Eu andava namorando um shi-tzu, mas meu marido não agradou muito da idéia não hehehe Me propôs um pug, e lá fui pesquisar sobre a raça. E me encantei. São tidos como dóceis, adoram crianças, são sossegados, e adoram carinho. Bem baby mesmo. Mas tem tendência à obesidade e não gostam de ficar sozinhos. Num feriado prolongado em Goiânia, procuramos e encontramos nossa princesinha Berenice. E passei a tratá-la igual bebê mesmo, já um instinto materno pra lá de aflorado. Enfeitava, colocava lacinho rosa, brinquinho, coleira, tudo rosa, até roupinha, um verdadeiro mimo. E ainda ficava brava quando passeava com ela toda enfeitada e alguém me parava: que lindO, como ELE chama? Que raiva! hehehe

Na minha temporada de mestrado em Brasília, a Berezinha sofreu demais com a minha ausência. Então resolvemos dar um irmãozinho pra ela não ficar mais tão sozinha. E foi aí que veio o Bartolomeu, outro puguinho. Esse literalmente me escolheu. Tinha visto os filhotes do criador responsável, escolhido, mas no dia de pegar, ele veio pro meu lado, se aninhou no meu colo e não saiu mais. E eu fiquei de coração partido de largar ele lá pra levar outro que nem me deu bola direito. E até hoje ele é meu rabinho, vai comigo onde eu for, e ainda faz cara de tristeza quando saio pro trabalho. A cara é tão de pena que dá vontade de levar ele pra trabalhar comigo.

Mas o que eu quero dizer é quando a gente engravida, muita coisa muda na nossa vida, ainda mais quando a gente é pega de surpresa. E pra minha maior surpresa, o que eu mais ouvi logo que engravidei foi: e o que você vai fazer com os pugs? Pra quem você vai dar eles? Como se fossem sei lá, brinquedos, que você enjoa e joga fora na primeira oportunidade. Nossa, isso me deixava arrasada, porque eu amo demais meus pets. Eles dormem no meu quarto, do meu lado da cama até hoje. Nada contra quem não gosta de animais, cada um gosta do que quiser. Tem gente que gosta de cobra e cria em casa, eu tenho verdadeiro pavor (dentre outras coisas que eu tenho trauma hehehe). Mas eu respeito, porque gosto é gosto, e o que mais importa pra mim é o respeito que devemos ter com o outro ser vivo e com a natureza.

Nessa semana, numa sala de espera de médico, li uma reportagem de capa da Revista Crescer, do mês de outubro de 2010, intitulada “Bichos: por que tê-los?”. Essa reportagem me encantou. Quem dera ela tivesse sido publicada naquela época do meu barrigão, pra eu esfregar ela na cara de todo desinformado que me mandou literalmente me livrar dos meu amados pets porque eles poriam a vida do meu filho em risco. Dentre as muitas informações valiosas da matéria estão a facilitação da socialização do bebê provocada pelos pets, o desenvolvimento da inteligência e o fortalecimento do sistema imunológico (ao contrário do que muita gente imagina).
Outro dia até passou uma matéria na Record sobre o mesmo tema que mostrou um cãozinho responsável pela recuperação dos movimentos de uma bebezinha com paralisia cerebral, que foi desenganada pelos médicos ao nascer. Hoje ela até já anda, graças à cachorrinha. Pra quem não iria nem sequer sobreviver por pouco mais de uns dias, andar aos dois anos é um milagre de emocionar qualquer um né?

O que eu quero dizer é que se você tem um pet e está grávida, não se livre do seu bichinho só porque você ouviu dizer que vai fazer mal pro seu bebê, nem o trate diferente. Lembre-se que até você engravidar ele foi seu grande companheiro, e os pets são os maiores exemplos de fidelidade e de amor que existem. Informe-se melhor a respeito do assunto, com seu médico e com o pediatra que você escolher pro seu filho. E depois tome a sua decisão, sem desconsiderar que o pet é um ser vivo que possui sentimentos, e que também fica triste e se magoa. E prepare o bichinho pra chegada do novo filhote em casa.

Meu FH ama os pugs, e por causa deles aprendeu muitas coisas. Inclusive os maiores estímulos que ele teve pra se sentar, arrastar e engatinhar foram os pugs. Ele os ama tanto que aprendeu a chamar todo pet que vê em qualquer lugar de Tetê e Totô, os novos nomes da Berenice e do Bartolomeu (rs).

Pra quem quiser ler a matéria da Revista Crescer, na íntegra, segue o link: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI174168-10448,00-BICHOS+POR+QUE+TELOS.html

E aí vai meu FH com Berenice e Bartolomeu:





E vocês, o que pensam a respeito? Também tem pets em casa?
Beijos!
AlineM

6 comentários:

  1. Lindo o post amiga, amei! Eu tenho 3 pets em casa, fora nosso aquário que meu marido comprou com a desculpa de dar de presente pro BI...kkk, amamos cxachorros, aliás acho que lá em casa amamos por demais da conta, quem sabe em um post eu não conto um pouco desse meu lado cachooreira!
    De uma coisa tenho certeza, não sei como seria minha vida sem os animais, o Biel ama, puxa rabo, briga, faz carinho, desenvolve demais! Amo ver essa interação fluir! Aqui em casa teve só uma intrometida que vivia falando, (amiga da minha mãe) quando vc vai dar seus cachorros??? vai esperar nascer, ai que raivaaaaaaaaaaaaaaa! sempre fui grossa e disse que nunca ia dar meus cachorros, que meus cachorros tinham sentimentos e não eram coisas que eu jogo fora quando não serve mais, são pra mim como pessoas!!!!!!!!!!!!! paciência né amigas!!! beijo grande

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  2. A maioria das autoras aqui é cachorreira né? (Só a Kk que é gateira), resumindo, amamos bichos. Eu tb tenho 2 cadelas, a Hanna e a Jolie, amo demais elas, mas confesso que depois do nascimento da Rafa as coisas mudaram um pouco aqui em casa, não consigo dar a mesma atenção pra elas como dava antes. Elas não ficam dentro de casa como os da Aline, e a Rafa tem um pouco de receio delas no mesmo ambiente. Mas tenho certeza que quando ela crescer mais vai brincar bastante com as duas!

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  3. Gente eu já tive tudo qto é animal qdo pequena e tinha preferência por gatos.
    Hoje em dia não tenho pet e não quero ter. Depois que eu me casei nem quis ter mais animais, pq eu trabalhava o dia inteiro e o bichinho ia ficar sozinha em casa e agora tbm não tenho pq a bia é alérgica, então se não temos, melhor continuar assim.
    Mas concordo com tudo que a aline escreveu.

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  4. Esse é um assunto que eu amo demais!!! Tbem sempre tive bichinhos em casa, gato, cachorro,coelho, peixe...sempre amei!!! Eu tenho a minha Ruby que é uma cadelinha linda meiga e super docil...um verdadeiro bebe, que tbem dorme na cama com a gente....qdo a Isa nasceu nos primeiros meses confesso q fiquei bem sem tempo p ela, tadinha.... ela chegou a ficar tristinha todo mundo notava, mas hj em dia a relação ISA X RUBY é maravilhosa, as duas se amam e fazem bastante "farra" juntas!!! E eu a amo demais!!!

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  5. adorei pq tb sou hiper mega cachorreira
    bjs

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  6. Adorei o post!
    Também sou uma cachorreira!
    E também temos um pug! É o Enzo!


    Bjocas!

    Line Sena
    http://mamae-moderna.blogspot.com/

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